Meu Top 5 documentários

Com tantas obras que trazem à tona um mundo fantasioso e deslumbrante, fica fácil para alguns passar batido pelos documentários em meio às diversas possibilidades do catálogo. Mas hoje eu te convido a ter contato com esse gênero que tem muito a oferecer. Veja a seguir 5 documentários que me tornaram fã de carteirinha do gênero:

 

5. Miss Americana

Miss Americana
Imagem: Divulgação.

De 2020, Miss Americana acompanha a jornada profissional e pessoal da cantora norte-americana Taylor Swift. De uma maneira sensível, mas incisiva, o documentário retrata a pressão que Taylor sentiu desde o início da carreira a ser uma “boa garota”, o que basicamente significava sorrir e acenar, apesar dos comentários inescrupulosos da mídia e de um público fomentado por terceiros para odiá-la, e nunca se posicionar politicamente.

Para quem já era fã da Taylor ao assistir Miss Americana, o documentário não apresentou muitas novidades, mas foi capaz de surpreender ao mostrar um lado mais frágil da cantora. Agora, aos que NÃO são fãs da Taylor e têm certo preconceito com a mesma, vale dar uma chance à Miss Americana e se permitir conhecer um lado da cantora que ainda não conhece.

Onde assistir: Netflix;

Duração: 1 hora e 25 minutos.




4. Somebody Feed Phil

Somebody Feed Phil
Imagem: Divulgação.

Viagem + Comida + Carinha de Meia Idade Engraçado + Música de Abertura Chiclete = Combinação Perfeita. Somebody Feed Phil é apresentado por Philip Rosenthal, criador da sitcom Everybody Loves Raymond, que roda o mundo no documentário e apresenta a cada episódio uma cidade nova e sua culinária local. Inclusive, na quarta temporada, Phil passa pelo Brasil e curte o carnaval no Rio de Janeiro, desfrutando de muita feijoada e frutas que até então ele desconhecia.

É uma série leve e divertida, passa num piscar de olhos, que te leva a conhecer novas culturas e costumes pela ótica do apresentador.

Onde assistir: Netflix;

Temporadas: 4;

Episódios: 22 no total.






3. The Vow

The Vow
Imagem: Divulgação.

Antes chamada de comunidade, mas hoje conhecida como uma seita com práticas sexuais, NXIVM ganhou notoriedade por ter conquistado figuras de Hollywood para a doutrina, principalmente Allison Mack, atriz do seriado “Smallville”. Em The Vow, a história é contada de trás para frente, de um grupo de pessoas se reunindo para melhorar suas vidas, para um esquema de pirâmide que recrutava mais pessoas, e possíveis futuras vítimas, para esse culto, até escravas sexuais marcadas para o líder Keith Raniere.

Renovada para uma segunda temporada, The Vow retrata o estado de fragilidade mental que Keith Raniere deixou em suas vítimas, através de seu status dentro do culto, manipulava e abusava dos integrantes da seita, mas sempre mascarado como ajuda e conhecimento.

Onde assistir: HBO Max;

Temporadas: 1;

Episódios: 9.



2. O Renascimento do Parto

O Renascimento do Parto
Imagem: Divulgação.

O Renascimento do Parto é um documentário brasileiro que evidencia como a cesárea tem sido uma escolha desenfreada e egoísta dos médicos obstetras aqui no Brasil, seja por comodidade ou por razões monetárias. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma taxa segura de cesarianas é de 10% a 15%, enquanto aqui os partos de prática cesariana são mais de 55%.

De 2013, o filme conta com depoimentos de mães e profissionais da saúde para falarem sobre suas experiências com o parto cesárea. Mostra como a mulher perdeu o protagonismo do próprio parto ao ser levada a acreditar que ela não é capaz de trazer seu filho ao mundo, enquanto os médicos transformaram isso em mais um mero procedimento cirúrgico para marcar na agenda.


Onde assistir: Netflix;

Duração: 1 hora e 30 minutos.

P.s: recomendo a leitura dessa matéria aqui que fala sobre uma violência obstétrica muito comum: o ponto do marido.


1. Blackfish – Fúria Animal

Blackfish - Fúria Animal
Imagem: Divulgação.

Blackfish é de 2013 que acompanha, principalmente, a orca Tilikum. Assim como as outras orcas do parque aquático norte-americano Sea World, Tilikum treinou desde pequeno para fazer acrobacias e encenações juntamente de seus treinadores para entreter o público. A questão é que animais selvagens como Tilikum não deveriam se tornar meras atrações de um parque, esses animais são tirados do seu habitat natural, tirados de suas famílias e forçados a viver em um espaço totalmente reduzido se comparado com a sua antiga realidade. Essa exploração desumana resultou em três mortes causadas por Tilikum, nas quais o parque culpou os treinadores por serem descuidados e provocarem a própria morte.

Blackfish é um documentário que causa repúdio e faz você se perguntar: como ninguém percebeu esse problema de antemão? Como ninguém interviu antes? Mas o filme conseguiu desencadear um feito incrível: em 2016, após a pressão causada pelo documentário e pelos grupos de apoio à vida selvagem, o Sea World anunciou o fim do programa de criação de orcas.

Onde assistir: YouTube;

Duração: 1 hora e 23 minutos.

 



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Conteúdo por: Gabriela de Castro.
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