Com tantas obras que trazem à tona um mundo fantasioso e deslumbrante, fica fácil para alguns passar batido pelos documentários em meio às diversas possibilidades do catálogo. Mas hoje eu te convido a ter contato com esse gênero que tem muito a oferecer. Veja a seguir 5 documentários que me tornaram fã de carteirinha do gênero:
5. Miss Americana
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| Imagem: Divulgação. |
Para quem já era fã da Taylor ao assistir Miss Americana, o documentário não apresentou muitas novidades, mas foi capaz de surpreender ao mostrar um lado mais frágil da cantora. Agora, aos que NÃO são fãs da Taylor e têm certo preconceito com a mesma, vale dar uma chance à Miss Americana e se permitir conhecer um lado da cantora que ainda não conhece.
Onde assistir: Netflix;
Duração: 1 hora e 25 minutos.
4. Somebody Feed Phil

Imagem: Divulgação.

Viagem + Comida + Carinha de Meia Idade Engraçado +
Música de Abertura Chiclete = Combinação Perfeita. Somebody Feed Phil é
apresentado por Philip Rosenthal, criador da sitcom Everybody Loves Raymond,
que roda o mundo no documentário e apresenta a cada episódio uma cidade nova e sua
culinária local. Inclusive, na quarta temporada, Phil passa pelo Brasil e curte
o carnaval no Rio de Janeiro, desfrutando de muita feijoada e frutas que até
então ele desconhecia.
É uma série leve e divertida, passa num piscar de olhos, que te leva a conhecer novas culturas e costumes pela ótica do apresentador.
Onde assistir: Netflix;
Temporadas: 4;
Episódios: 22 no total.
3. The Vow
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| Imagem: Divulgação. |
Antes chamada de comunidade, mas hoje conhecida como
uma seita com práticas sexuais, NXIVM ganhou notoriedade por ter conquistado figuras
de Hollywood para a doutrina, principalmente Allison Mack, atriz do seriado “Smallville”.
Em The Vow, a história é contada de trás para frente, de um grupo de
pessoas se reunindo para melhorar suas vidas, para um esquema de pirâmide que recrutava
mais pessoas, e possíveis futuras vítimas, para esse culto, até escravas
sexuais marcadas para o líder Keith Raniere.
Renovada para uma segunda temporada, The Vow retrata o estado de fragilidade mental que Keith Raniere deixou em suas vítimas, através de seu status dentro do culto, manipulava e abusava dos integrantes da seita, mas sempre mascarado como ajuda e conhecimento.
Onde assistir: HBO Max;
Temporadas: 1;
Episódios: 9.
2. O Renascimento do Parto

Imagem: Divulgação.

O Renascimento do Parto
é um documentário brasileiro que evidencia como a cesárea tem sido uma escolha
desenfreada e egoísta dos médicos obstetras aqui no Brasil, seja por comodidade
ou por razões monetárias. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma taxa
segura de cesarianas é de 10% a 15%, enquanto aqui os partos de prática
cesariana são mais de 55%.
De 2013, o filme conta com depoimentos de mães e profissionais da saúde para falarem sobre suas experiências com o parto cesárea. Mostra como a mulher perdeu o protagonismo do próprio parto ao ser levada a acreditar que ela não é capaz de trazer seu filho ao mundo, enquanto os médicos transformaram isso em mais um mero procedimento cirúrgico para marcar na agenda.
Onde assistir: Netflix;
Duração: 1 hora e 30 minutos.
P.s: recomendo a leitura dessa matéria aqui que fala sobre uma violência obstétrica muito comum: o ponto do marido.
1. Blackfish – Fúria Animal
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| Imagem: Divulgação. |
Blackfish é
de 2013 que acompanha, principalmente, a orca Tilikum. Assim como as outras
orcas do parque aquático norte-americano Sea World, Tilikum treinou desde
pequeno para fazer acrobacias e encenações juntamente de seus treinadores para
entreter o público. A questão é que animais selvagens como Tilikum não deveriam
se tornar meras atrações de um parque, esses animais são tirados do seu habitat
natural, tirados de suas famílias e forçados a viver em um espaço totalmente
reduzido se comparado com a sua antiga realidade. Essa exploração desumana
resultou em três mortes causadas por Tilikum, nas quais o parque culpou os
treinadores por serem descuidados e provocarem a própria morte.
Blackfish é um documentário que causa repúdio e faz você se perguntar: como ninguém percebeu esse problema de antemão? Como ninguém interviu antes? Mas o filme conseguiu desencadear um feito incrível: em 2016, após a pressão causada pelo documentário e pelos grupos de apoio à vida selvagem, o Sea World anunciou o fim do programa de criação de orcas.
Onde assistir: YouTube;
Duração: 1 hora e 23 minutos.





2 Comentários
Ótimas e preciosas dicas, Gaby! Já adicionei na minha lista (ona) 😀😀
ResponderExcluirEspero que goste! :)
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